terça-feira, 2 de setembro de 2008

Sony estende parceria com a UEFA

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A Sony estendeu a parceria que mantém com a UEFA até 2012.
O anúncio foi feito ontem e engloba o patrocínio da Champions League, principal competição de clubes na Europa. Os valores não foram divulgados.
A Sony quer aproveitar o acordo para divulgar os produtos da linha HD que fabrica, além da tecnologia Motionflow, patenteada e desenvolvida pela empresa para quem gosta de assistir às competições esportivas na TV, principalmente os jogos de futebol.
A empresa também é patrocinadora da FIFA desde 2005.

Árabe e Robinho alimentam sonhos da torcida do Manchester City


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Acostumada com títulos do Manchester United, a cidade de Manchester viu outra torcida acordar feliz nesta terça-feira: os fãs do Manchester City, que não é campeão inglês desde 1968, foram às ruas comemorar a contratação de Robinho. Uma matéria exibida pela TV local mostrou que os torcedores do time azul acreditam que dois motivos podem fazer a equipe encarar o maior rival de igual para igual: o talento do craque brasileiro e o dinheiro do bilionário árabe Sulaiman al Fahim, novo dono do clube.
Contratação de Robinho fez vendas de camisas do clube triplicar na loja oficial
- Nunca vi algo assim na minha vida. Eu acho realmente que agora nós vamos para a cabeça – diz o torcedor Stephen Billing, uma das pessoas que foi ao estádio do City comprar a camisa 10 com o nome de Robinho.
Sulaiman al Fahim promete transformar o Manchester City no clube mais rico do mundo.
Torcedores imitam o visual do bilionário árabe que comprou o Manchester City
A contratação de Robinho colocou o City “no centro do mundo esportivo” nesta terça, segundo o canal de TV de Manchester. Vários jornalistas ingleses foram ao estádio do time conversar com torcedores e tentar explicar como será a equipe a partir de agora. Além da camisa 10 do ex-santista, alguns fãs usavam panos na cabeça, imitando o visual dos árabes. - Acho que agora voltarei a ver o time vencer campeonatos. Posso trazer meus netos para comprar camisas do Robinho – diz o veterano torcedor Derek Aylett.

Com Robinho, Manchester City quer títulos na Europa


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MANCHESTER (Inglaterra) - O Abu Dhabi United Group (ADUG), grupo árabe de investimento que assumiu o controle do Manchester City, clube inglês que na noite da segunda-feira contratou o atacante Robinho, tem como objetivo tornar a equipe mais competitiva e conquistar títulos tanto na Inglaterra quanto na Europa.
O grupo árabe adquiriu o controle do clube também na segunda-feira, ao comprá-lo do dono anterior, o ex-primeiro-ministro tailandês Thaksin Shinawatra, e como primeiro grande reforço acertou com Robinho, contratado junto ao Real Madrid por 32,5 milhões de libras (R$ 96 milhões)."Queríamos um elenco bem melhor que o da temporada passada e pretendemos conquistar troféus", disse o porta-voz do ADUG, Sulaiman Al-Fahim, em declarações à imprensa britânica.O representante também afirmou que quer títulos na Inglaterra, e ambiciona a Liga dos Campeões. Na atual temporada, o City disputa a Copa da Uefa.Robinho, que era pretendido pelo Chelsea, protagonizou a mais surpreendente e cara transferência deste começo de temporada. No novo clube, ele terá a companhia dos brasileiros Elano (com quem se sagrou campeão brasileiro no Santos), Jô e Gláuber.O City venceu duas vezes o Campeonato Inglês, mas não conquista nenhum título importante desde 1976, quando levantou a Copa da Liga Inglesa, mas Fahim acredita que as novas contratações e o poderio financeiro do clube darão novas alternativas ao técnico Mark Hughes.A aquisição do City pelo grupo árabe também foi bem recebida pelos torcedores do clube.

Azzurra usará logo de campeão mundial de 2006 na camisa

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Será a primeira vez que uma seleção nacional usará um logo de campeão do mundo na camisa. A Itália, como atual detentora da Copa do Mundo, terá o privilégio de receber o emblema dourado.
A cerimônia da apresentação do novo uniforme aconteceu nesta terça-feira na concentração dos italianos, na cidade de Coverciano.O logo terá a Copa do Mundo sobre um fundo branco, escrito sob a Fifa 2006 "campeões do mundo". Segundo o presidente da Federação Italiana de Futebol, Giancarlo Abete, a Fifa teve um carinho especial na escolha por ser tratar da Itália. - Nunca houve êxito com nenhuma outra seleção. O importante é que a Fifa teve consideração com a Itália – diz Abete. Para o presidente da Fifa, Joseph Blatter, será como um estímulo a mais ao atletas. - Os campeões merecem reconhecimento especial. A seleção da Itália é a primeiro a obter o logo. Azzurra terá pelo menos até 2010. Os jogadores têm de olhar para mais um estímulo – explica. Na cerimônia de apresentação do também participaram a seleção campeã de 2006 e a comissão técnica. Para o capitão Cannavaro, o título de 2006 na Alemanha foi espetacular.

- A experiência na Copa do Mundo mudou a vida de todos nós. Acreditávamos em um sonho e conseguimos. Levantar uma taça foi fantástico - explica.

O zagueiro, capitão da Azzurra, aproveitou a cerimônia em Coverciano para pedir a Blatter que fizesse uma entrega simbólica da taça da Copa do Mundo. Na final do Mundial de 2006, o jogador recebeu o troféu das mãos do sueco Lennart Johansson, então presidente da Uefa. - Presidente, quero fazer um pedido: vamos fechar definitivamente aquela história. Por favor, entregue-me a taça da Copa do Mundo - diz Cannavaro. Blatter aceitou o pedido do zagueiro e explicou que não esteve presente à final para não receber vaias do público alemão. No final do evento, o dirigente da Fifa também falou sobre a violência no futebol na Itália. - A violência está na sociedade que toma então o futebol. Precisamos de educação social no país, o futebol é uma vítima - explica.

Olimpíadas ganham espaço na internet

Conforme Fernando Trein
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O COI (Comitê Olímpico Internacional) divulgou uma nota relacionada ao sucesso da cobertura da Olimpíada de Beijing pela internet. Segundo a entidade, centenas de milhões de pessoas do mundo inteiro acompanharam pela internet os 17 dias de competição. Os números são impressionantes.
No site da NBC, por exemplo, foi obtida no último dia da Olimpíada a marca recorde de mais de 1,3 bilhão de acessos, sendo 53 milhões exclusivamente de acessos únicos. Também foram vistos mais de 75 milhões de vídeos no site da emissora, que ainda registrou a marca de 214 milhões de telespectadores nos EUA.
Na China, também foi registrada a média diária de 20 milhões de páginas acessadas via aparelhos celulares. O serviço foi oferecido pela CCTV.com. Além disso, as competições foram vistas por mais de 153 milhões de pessoas via internet. Na Austrália também não foi diferente: mais de 32 milhões de páginas foram acessadas por cerca de 2,3 milhões de usuários no site Yahoo7! Olympics
Na Europa, mais de 30 websites associados às emissoras oficiais da Olimpíada de Beijing (que pagaram pelo direito de transmitir as competições olímpicas) registraram audiências superiores a 51 milhões de acessos e 22 milhões de horas acumuladas vistas - ao todo foram assistidos mais de 180 milhões de vídeos nos sites.
Na América Latina, o site Terra, que detinha com exclusividade a transmissão da Olimpíada de Beijing, registrou mais de 29 milhões de vídeos assistidos e mais de 10 milhões de downloads durante os 17 dias da competição.
Aliás, o site Terra merece um destaque especial. Muitos duvidavam do sucesso do investimento feito para a Olimpíada de Beijing, afinal, era a primeira edição dos Jogos Olímpicos depois da criação do Youtube e de sites semelhantes. Graças às campanhas antipiratarias promovidas pelo COI e os acordo feitos inclusive com o próprio Youtube para a criação de um canal olímpico no site (permitindo que vários países acompanhassem as competições dessa forma), a estratégia do Terra foi digna de uma medalha de ouro.
Durante a Olimpíada, o Terra disponibilizou 13 canais para acompanharmos as competições. Mesmo que algumas áreas fossem exclusivas aos assinantes, as informações e os vídeos estavam à disposição de quem se interessasse pelo evento. A audiência foi recorde: mais de 12,5 milhões de internautas acessaram o site especialmente criado para a Olimpíada, o que representa algo em torno de 25% do número de brasileiros que têm acesso à internet. A audiência tem uma razão: no horário das provas no Brasil e nos demais países latino-americanos a audiência normalmente cai, mas mesmo sendo de madrugada o site garantiu com a Olimpíada um número de acessos praticamente constante durante as 24 horas do dia.
O Terra também permitiu que os internautas acompanhassem a Olimpíada pelos blogs criados para alguns dos atletas que estavam na China, entre eles Diego e Marta, do futebol, Luciano Corrêa, do judô, e Serginho, do vôlei, além de César Cielo e da Maurren Maggi, ou seja, todos melhalhistas em Beijing. No caso de Cielo e Maurren, os dois blogueiros do Terra ganharam duas das três medalhas de ouro conquistadas pelo Brasil - nem o melhor dos planejamentos poderia ter pensado nesse feito!
Aliás, na revista Veja desta semana tem um anúncio relacionado aos atletas que mantinham blogs no Terra. A chamada do anúncio não poderia ser melhor: sobre a rotina agitada dos atletas em Beijing, que além de treinar, competir e escrever nos blogs, ainda davam uma choradinha no pódio. Excelente! Bradesco, Ford, Sadia e Telefônica foram os patrocinadores da cobertura olímpica do site Terra.
Quando surgiu a internet muitos previam que seria difícil controlar as imagens dos eventos esportivos na rede, principalmente para aquelas emissoras que sempre pagaram pelos direitos de transmissão. Na Olimpíada de Beijing viu-se que a internet pode ser uma grande aliada e com um potencial muito acima do esperado de gerar audiência e principalmente lucros.

10 dicas para conseguir um patrocínio esportivo


Conforme Cesar Augusto Sbrighi
Especialista em Marketing Esportivo pela Universidade de Nova Iorque
www.mktesportivo.com.br/10dicas

Temos consciência, que está cada dia mais difícil conseguir um patrocínio na área esportiva. Acho que a primeira causa é a recessão que nosso país está passando, as perspectivas são de melhora. Com isso as empresas tendem a investir cada vez menos na área de comunicação, pois normalmente é a primeira verba que se corta em momentos de incertezas. Já que não podemos influenciar diretamente esta causa, o melhor a se fazer é agir onde temos controle, ou seja, no projeto de patrocínio..
O que acontece muito e o que eu recebo demais, são projetos de patrocínio mal feitos. A grande maioria com um enfoque filantrópico, quase como se tivesse pedindo esmola, e esta definitivamente não é a melhor maneira de se solicitar um patrocínio.O foco do projeto de patrocínio deve ser a proposta de um negócio, onde ambos saem ganhando, a empresa apoiadora e o patrocinado.
Tendo entendido isto claramente, aqui vão algumas dicas para que seu projeto de patrocínio seja bem recebido nas empresas:
1. Saber o que você está vendendo, qual o seu produto
2. Ter claro quais são as possibilidades que você pode dar a seu investidor, o que você pode oferecer
3. Detalhar custos, isto é importante para dar credibilidade a seu projeto
4. Planejar o futuro, mostrar que existem novas possibilidades no horizonte
5. Detectar que empresas tem o perfil de seu projeto, procurar que empresas patrocinam projetos parecidos com o seu
6. Ter uma apresentação bem feita, deve ser fácil, clara e rápida de ler (preferivelmente em forma de slides)
7. Estar atento a possibilidades de permuta, é muito mais simples para empresa conseguir produtos e serviços do que dinheiro
8. Ser criativo e criar propriedades diferenciadas do que já é feito
9. Negociar como quem está vendendo um produto, não como se tivesse pedindo algo
10. Acredite no seu produto, crie um projeto no qual você investiria se fosse um patrocinador.

Vale lembrar que se você tiver uma verba vale a pena contratar um profissional para formatar sua apresentação.
Boa sorte !!!


Conforme Geovane da Rosa Corrêa
Acadêmico de Administração da
UNISC - Universidade de Santa Cruz do Sul


A imagem deste Post é de um livro muito bom para a área de Marketing Esportivo, ele se chama Fundamentos de Marketing Esportivo de Brenda G. Pitts & David K. Stotlar.

Consumidor reconhece importância de patrocínio

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A maioria dos consumidores (63%) reconhece a importância do patrocínio esportivo e não a enxerga como desperdício de verba de marketing pelas empresas.
A constatação faz parte de pesquisa realizada pelo instituto de opinião pública, Market Analysis, com 805 adultos entre 18 e 69 anos, de diferentes classes sociais em nove capitais do País: São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba, Brasília e Goiânia. A margem de erro é de 3,4%, informou o site InfoMoney.
O objetivo do estudo era perceber a eficácia das ações realizadas pelas empresas quanto ao marketing esportivo para atingir o grau de expectativas e cobranças do consumidor.
ResultadosO setor petroquímico teve o melhor desempenho em retorno de imagem obtida pelo investimento realizado, com 13% acima dos outros indicados, à frente de eletroeletrônicos e têxtil, revelando modelo bem-sucedido de comunicação e alinhamento.
Já as indústrias voltadas ao esporte e as alimentícias estão entre as consideradas, para os entrevistados, deficitárias no engajamento esportivo. Ainda assim, ficam acima de companhias calçadistas, de telecomunicações, automotivas e de bebidas.
Outros setores de expressão tímida, na avaliação dos consumidores, atravessam uma fase de indefinições ou transição aos olhos do público.
O estudo revela, desta maneira, que há distância entre a atribuição de responsabilidade em termos de investimento nos esportes dos principais setores econômicos e os resultados de visibilidade obtidos por eles.